É chama a luz no fim do mundo
De terra, eterna possibilidade espaço
No coração demente, o raio que sou, imundo
Desmente tua imagem segura em meu abraço
Dormente amor, que insistente caço
Navego incoerente acaso
Passo a passo, sem ter vela
Obscura sinfonia é o que faço
No dial estelar de sintonias
No crepúsculo de vida que traço
Entrelaço terra, dor e poesia
O poema nu, é o meu disfarce
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