quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Como se comportar em uma festa, principalmente na de confraternização da firma




Com a chegada do fim de ano famílias e clubes realizam festas de réveillon e as empresas promovem seus encontros para confraternização, a ‘festa da firma' como alguns brincam. Contudo, existem diversos pontos que devem ser destacados antes de ir a esses eventos, para evitar que um momento de diversão se transforme em um problema familiar, social ou profissional. Segundo Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH, já ocorreram inúmeros casos nos quais a festa terminou muito mal para parte de seus participantes, criando uma situação que acompanhou o envolvido por muito tempo. “No caso de uma 'festa da firma', nessa hora é importante ter em mente que o evento é relacionado ao trabalho, não sendo hora de 'soltar a franga'”, destaca. Confira algumas recomendações do especialista, que podem ser observadas em todos os tipos de festa.

A confraternização é o momento em que a empresa agradece seus colaboradores, estreita a parceria, comemora as conquistas e conclui mais um ano de trabalho, proporcionando um encontro descontraído. Mas esses momentos também são grandes canais de relacionamentos “networking”, onde há uma aproximação entre todos, independentemente dos níveis hierárquicos.

Portanto, estar presente torna-se importante e elegante, mesmo para os gestores, além de melhorar a amizade, demonstra seu interesse pelas realizações da empresa, evitando assim a taxação de pessoa não sociável ou que não gosta do ambiente de trabalho.

Apesar de ser importante a ida, há relatos de excessos cometidos pelos participantes, levando a situações não comuns ou vexatórias. Isso pode causar transtornos futuros para a imagem da pessoa perante os colegas de trabalho.

Além disso, hoje os smartphones e as redes sociais, fazer com que muito do que é feito nessas ocasiões se perpetuem exercendo uma grande influência na vida pessoal e profissional, aumentando a vulnerabilidade da imagem perante o meio que se relaciona e causando uma má impressão não apenas para seus colegas de trabalho, mas a outras pessoas que possam ter acesso essas informações.

Algumas atitudes devem ser evitadas como fazer declarações românticas para colegas de trabalho aos olhos de todos ou dançar de forma sensual causando constrangimentos aos participantes, dentre outras ações.

Aceite o convite da empresa e participe da confraternização, pois isto poderá ajudar a criar um ambiente de relacionamento saudável. Não sendo possível comparecer, agradeça e informe o motivo pelo qual não poderá estar presente.

Chegue no horário para que possa ter tempo de cumprimentar a todos. Lembre-se, não se trata de uma balada.

Não exagere em bebidas alcoólicas durante a festa, beba com responsabilidade e não dirija após o término da festa.

Crie um ambiente de igualdade e procure se relacionar com todos os presentes, misture-se e evite grupinhos.

Use roupas discretas e condizentes com o ambiente, procure utilizar roupas alegres respeitando seu visual. As mulheres devem evitar roupas curtas ou com decotes e os homens devem evitar camisas abertas ou fora do padrão local.

Seja cordial com todos os presentes, independente de ter contato próximo ou não, e busque falar de temas neutros que não prejudiquem a imagem da empresa ou das pessoas.

Caso perceba que algum colega esteja exagerando, ajude-o retirando-o de forma sutil da situação e desviando a atenção para outros temas ou postura.

Sugiro não ser o último a sair da festa, ms não é uma regra.
Evite exageros, como comer e beber de forma excessiva, isso poderá gerar comentários desagradáveis, como o famoso 'morto de fome'.

Enfim, é importante participar das festas comemorativas da empresa, mas fique alerta para evitar situações desagradáveis que poderão marcar sua imagem e causar transtornos momentâneos e brincadeiras futuras.

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PENSE NISSO

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o”.

Buda


sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Feliz Natal!



Estive pessoalmente com o Papai Noel e pedi a ele um presente especial para vocês: muita saúde, paz e que seus desejos se realizem neste ano e nos que viverem. E que o amor de Jesus Cristo floresça no Coração da Humanidade. Feliz Natal!

Saiba como mensurar os resultados nas redes sociais em 2017



Quem tem um negócio sabe que com a chegada do fim de ano é essencial fazer um balanço de resultados e coisas que não deram certo. Camila Porto, especialista em Internet Marketing, explica que isso também funciona com as redes sociais: “saber analisar é fundamental para avaliar se está no caminho certo ou se precisa mudar a rota”. Para isso, a especialista lista algumas métricas para entender como foi o crescimento da página na rede social. Confira as dicas.

Número de fãs - A métrica é uma forma de avaliar ou medir o desempenho da sua empresa na internet. Por exemplo, o número de fãs da página é uma métrica importante, pois diz respeito sobre a evolução da página e se ela está sendo atrativa, o quanto está sendo vista, e se as pessoas estão querendo receber mais informações. Uma dica é ter uma meta para saber o quão rápido você está caminhando ou não para o seu objetivo. Mensure quantos fãs você tem hoje, quantos terá daqui a 30 dias e sempre defina uma meta para cada uma dessas métricas.

Envolvimento com a publicação - De nada adianta ter 1 milhão de fãs se pouquíssimas pessoas interagem com o conteúdo publicado. Uma coisa é importante saber sobre a importância do envolvimento. Quando se aumenta o engajamento, isso quer dizer que as pessoas estão curtindo o que está sendo publicado, estão interagindo e participando. A dica é avaliar o envolvimento com a publicação. Por exemplo: se hoje você tem 1000 pessoas se envolvendo com a publicação, mês que vem pode aumentar 5% disso. Você pode melhorar a maneira como você se comunica para aumentar esse envolvimento.

Alcance - Quanto mais engajamento você tem, quanto mais as pessoas interagem com seu conteúdo, maior tende a ser o seu alcance. A dica é sempre olhar o alcance para saber quantas pessoas estão sendo impactadas pelo conteúdo todos os dias, meses, ou por um período específico.

Taxa de envolvimento – O Facebook, por exemplo, avalia quantas pessoas foram impactadas por um conteúdo versus quantas curtidas, comentários e compartilhamentos ele gerou. Quanto maior essa taxa, maior a qualidade do seu conteúdo e mais engajamento você conseguiu gerar, ou seja, será melhor para você e seu negócio.

Engajamento de ação - Por fim, analise o engajamento de ação, que é saber quantos cliques uma publicação teve, quantas pessoas visitaram o site a partir de um post. Em muitos casos, uma publicação tem o intuito de levar pessoas para o site ou e-commerce. Nesse caso, é muito importante mensurar quantos cliques para ir até o seu site você obteve, não necessariamente quantas curtidas e comentários ele recebeu. Sempre avalie os posts baseados no objetivo com aquele determinado conteúdo. São métricas diferentes para medir o desempenho específico de cada publicação. Se o objetivo é levar pessoas para o site, mensure quantos cliques sua publicação recebeu.


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PENSE NISSO
“O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso”.

Ariano Suassuna

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Você sabe se comunicar? Cuidado com o que fala!



Comunicação não é o que eu falo, mas o que os outros entendem daquilo que eu falo. Embora contemos com inúmeros recursos que possibilitam uma comunicação rápida e ampla, as falhas na comunicação continuam causando problemas na vida das pessoas, em todos os setores. Por isso, saber se comunicar é cada vez mais importante, especialmente se você tem pessoas sob seu comando. O professor Augusto Cesar, especialista em cerimonial, eventos e protocolo separou algumas dicas para ajudar você a se comunicar melhor.


1 - Muitas vezes não pensamos no efeito que as palavras podem causar, mas devemos evitar armadilhas que levam a percepções negativas. Durante o processo de comunicação, evite usar frases que exprimem exigência como: “Você tem que...” e “Eu insisto...”, pois demonstram que a outra pessoa  não tem escolha.

2 - Não use palavras depreciativas como estúpido, idiota, imbecil, otário, pois magoam e são desestimulantes.

3 - Palavras discriminatórias que fazem referência a idade, sexo, orientação sexual, raça, religião, convicção política, deficiência física e coisas assim, além de erradas, podem levar à injustiça.

4 - Ofensas de qualquer natureza são inadequadas em qualquer ambiente e momento.

5 - Palavras ou frases negativas como “não” e “não posso”, geram sentimentos negativos. Tente dizer as coisas de maneira positiva.

6 - Antes de falar, pergunte a si mesmo: “Se alguém dissesse isso para mim, como eu interpretaria?

7 - Construa suas frases dando ênfase ao outro. Em vez de “Estou satisfeito com o seu trabalho”, diga “Você fez um excelente trabalho”.

8 - Transmita sua mensagem com clareza. Seja direto sem ser grosseiro. Não suavize as palavras ou dê voltas como se estivesse tentando evitar o assunto.

9 - Evite palavras e expressões que  permitam interpretações cujo sentido varie conforme a percepção pessoal, como “muitos, alguns, raramente, frequentemente e pouco.

10 - Não use palavras de significado definitivo como “nada, nunca e sempre” – a menos que você tenha certeza absoluta de que pode usá-las.

11 - Abuse de expressões como “por favor, obrigado, de nada, com licença, por gentileza”. Diga-as sorrindo e com sinceridade. Quando você se comunica com cortesia, gera sentimentos positivos.

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PENSE NISSO

“Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento: fluido e arrasador”.

Ferreira Gullar

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Gentileza gera transformação



 Ao longo dos anos, a sociedade tem assimilado novos valores, associados à imagem de modernidade, de resultados imediatos, e segue num ritmo frenético em busca do sucesso, passando por cima de tudo e de todos, deixando no passado valores como moral, amizade, respeito ao próximo, sinceridade, honestidade e lealdade. Esquecemos, por exemplo, a importância da gentileza para uma vida melhor, tanto nas relações pessoais como profissionais. Segundo o escritor e conferencista Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional e especialista em Desenvolvimento das Competências de Liderança aplicadas à Administração e Educação, a correria do dia a dia e até mesmo a tecnologia interferem nessas relações, que impactam diretamente no modo como vivemos. Confira, a seguir, algumas considerações do mestre em neuropsicologia.

Buscamos cada vez mais a interatividade e passamos o dia inteiro conectados a pessoas das mais variadas localidades. Somos capazes de estabelecer contato com praticamente todos os cantos do planeta, a hora que quisermos. Porém, as relações interpessoais próximas parecem cada vez mais superficiais, e, seguindo por este caminho, da distância e indiferença, palavras como cortesia, empatia e amabilidade parecem mais além da nossa realidade, dia após dia.

Afinal, será que a vida moderna dificulta relações com gentileza, ou é possível ser uma pessoa ocupada, sem abrir mão da delicadeza no trato com o outro? Como ser gentil enquanto enfrentamos o trânsito caótico das grandes cidades e o dia a dia tão cheio de tarefas e obrigações? São tantos os motivos que podemos facilmente nos convencer de que a falta de cuidado com o próximo não é nossa culpa, assim como a forma como somos tratados.

Estamos acostumados a ver a agressividade exaltada, considerada um meio indispensável para o sucesso. É elogiado o homem forte, o executivo agressivo, duro e arrogante. Será que essas atitudes conquistam a confiança alheia e o sucesso duradouro?

O que acabamos esquecendo é que, antes de tudo, o ato de ser gentil beneficia, mais do que a qualquer outro, a nós mesmos. Uma teoria publicada pelo professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé (EUA), chamada de “sobrevivência do mais gentil”, afirma que a espécie humana sobreviveu graças à gentileza. Segundo Bowles, os grupos altruístas cooperam e colaboram mais para o bem-estar do próximo e da comunidade, a fim de garantir a sobrevivência.

Outro estudo, realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, demonstrou também que a gentileza pode nos deixar mais felizes. Ela pediu a um grupo que praticasse atitudes gentis durante dez semanas, e verificou que a felicidade aumentou consideravelmente no período do estudo.

Gentileza significa uma boa educação emocional, aprendida e desenvolvida em todos os ambientes que convivemos. É o bom tratamento, uma qualidade ou caráter de alguém nobre, generoso, que ajuda a manter e fortalecer os laços entre as pessoas. As pesquisas nos mostram que ser gentil tem uma finalidade pessoal e coletiva, é a prova de que quando tomamos atitudes em prol do outro, automaticamente, e muitas vezes sem perceber, recebemos de volta o bem que fizemos.

A teoria do professor Sam Bowles pode ser demonstrada por brigas no trânsito, por exemplo, em lugares com uma concentração grande de pessoas, onde vidas se perdem pela simples falta de compreensão com as atitudes alheias. Vivemos na defensiva, temendo que os outros possam nos machucar. Mas há diversas formas de se comprovar que atitudes mais solícitas e gentis só tendem a melhorar a qualidade de vida e as relações interpessoais. Sabemos, também, que só temos a ganhar quando privilegiamos a gentileza, ao invés da brutalidade e ignorância.

A grande característica da gentileza é que ela está presente, na maioria das vezes, nas atitudes cotidianas e simples. Ouvir mais, por exemplo, ser paciente, justo e solidário, são atitudes simples, mas importantes para tornar-se uma pessoa mais próxima perante o outro. Estimular a amizade pode ser uma forma de exercer a generosidade e a gentileza.

O que nunca devemos esquecer é que o poder de modificar aquilo que nos cerca está dentro de nós. Precisamos ter a consciência de que somente nós mesmos transformaremos nossas vidas em existências mais dignas, verdadeiras e plenas.

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PENSE NISSO

"A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas".


Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Você é seu próprio marketing pessoal



A interação com as outras pessoas é fundamental. Quanto mais bem-sucedida for essa interação, maiores são nossas chances de ascender profissionalmente e de conquistar nossos sonhos e metas. E essa interação passa pela percepção que os outros têm de nós. Ou seja, você é seu próprio outdoor ou não. O professor Augusto Cesar, especialista em cerimonial, eventos e protocolo lembra um antigo ditado que diz: "quem não é visto não é lembrado". Mas, segundo ele, o certo seria dizer: "nem todos que são vistos são lembrados. Se não causar uma impressão favorável, forte e duradoura, mesmo sendo visto, dificilmente você será lembrado", esclarece. Confira algumas dicas.

1- Causar essa boa impressão não é obra do acaso. Há todo um trabalho que deve ser feito para que sua imagem reflita o seu potencial e a sua capacidade. E esse trabalho é o Marketing Pessoal. Trata-se de uma ferramenta poderosa, especialmente para vendas. E estamos sempre vendendo alguma coisa: produtos, serviços, a ideia de que somos a pessoa certa para determinada função e por aí vai.

2- O problema é que existem milhões de pessoas fazendo exatamente a mesma coisa. Para se destacar é preciso explorar aquilo que torna você único. Seu trabalho pode ser igual ou similar ao de milhares de outros profissionais. Contudo, o seu jeito de realizá-lo é só seu. Cabe a você anunciar isso e criar sua marca registrada, aquilo que faz com que os seus serviços sejam lembrados e solicitados não só por clientes fiéis, mas também por outros aos quais você foi recomendado.


3- É um erro pensar que o marketing pessoal se resume a falar bem de si mesmo, enfatizar suas qualidades e desfiar uma série de vantagens. Na verdade, quem faz isso corre o risco de parecer chato, pretensioso ou as duas coisas ao mesmo tempo. O segredo é criar empatia. Ouça e preste atenção nas pessoas, em seus gostos, interesses e necessidades e transmita segurança e confiabilidade.

4- Quanto mais o cliente receber um tratamento que lhe pareça pessoal e diferenciado, mais ele se sentirá especial e sentirá que você é especial. Fique atento às necessidades do seu cliente e seu gosto pessoal. Cabe a você usar seu feeling para detectar isso e valer-se de sua criatividade para contornar a situação, dando ao cliente a sensação de que você não está empurrando uma venda, mas solucionando um problema para ele. Essa é a essência do marketing pessoal eficaz.


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PENSE NISSO

"Eu descobri em mim mesmo desejos, dos quais nada nesta Terra pode satisfazer. A única explicação lógica é que fui feito pra outro mundo".

C.S. Lewis

sábado, 19 de novembro de 2016

Agradeça pela concorrência existir e use-a a seu favor




Certa vez o presidente da Coca-Cola disse que grande parte do seu sucesso devia a Pepsi, pois sem a mesma, não teria chegado à excelência que é hoje. É a concorrência, principalmente no mercado de eventos, que estimula o aprendizado, a inovação, a reciclagem. O mundo sem concorrência leva ao comodismo e lá na frente ao suicídio empresarial. Segundo o professor Augusto Cesar, especialista em eventos, cerimonial e protocolo, o concorrente deve ser encarado como um espelho através do qual você se avalia para ver o que está acontecendo no mercado, quais as tendências, as novidades, os nomes que despontam, aonde estão as fontes de pesquisa e de conhecimento. "A concorrência é altamente salutar e benéfica para o mercado, desde que você a veja como referencial", ensina o mestre. Confira algumas dicas.

1- O que vejo no mercado é muitos falando do trabalho dos “concorrentes”, algumas vezes denegrindo e fazendo de tudo para atrapalhar o trabalho desses “concorrentes” sem se tocar que agora tem dois problemas: arranjar motivos para falar do outro e cuidar de seu próprio negócio. Enquanto isso seu “concorrente” pode nem ligar para o que está falando e sim focado em aprimorar seu serviço e melhor atender o cliente fortalecendo sua marca no mercado. e passando na sua frente.

2- Em vez de falar do outro, pergunte-se: “o que ele está fazendo diferente que atrai tantos clientes?", “o que será que posso fazer para me tornar referência no mercado?”. Essas são as perguntas que devem permear sempre sua cabeça se almeja o sucesso empresarial. Preocupe-se com seu negócio, com sua empresa, em melhorar cada vez mais o atendimento a seus clientes.

3- Encare como elogio toda critica, inveja ou comentário sobre seu trabalho, partindo da premissa que ninguém "bate em cachorro morto". Se estão criticando seu trabalho é por que ele está incomodando e está sendo bem feito e principalmente, que os incomodados não estão conseguindo atingir o seu grau de excelência. Então fique feliz com o elogio das críticas de seus concorrentes. Neste caso entenda que a crítica faz muito bem para a auto estima profissional.

4- Nas cidades do interior, aqueles que têm cavalo ou burro de carga, colocam duas viseiras ladeando os olhos desses animais. É para o animal não perca o foco do caminho que tem que trilhar. Ponha também uma viseira e mantenha o foco em seu próprio negócio. Pare de falar e de denegrir aqueles que também estão trabalhando como você. Saia da mesmice e agradeça por ter um concorrente.

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PENSE NISSO

"Por mais sábias que sejam as palavras de um bêbado, elas são ridicularizadas pelo falso testemunho de quem as diz."

Neimar de Barros