quarta-feira, 15 de maio de 2019

Perda de peso é o maior motivador para o regime, a saúde fica em segundo lugar




Todo mundo quer se sentir bem ao se olhar no espelho e algumas mudanças podem fazer com a autoestima melhore consideravelmente, seja com um corte de cabelo, uma roupa nova ou ao ver aqueles quilinhos indesejados indo embora. Nos últimos anos alguns tipos de dietas começaram a surgir (low carb, dieta dukan, mediterrânea, paleolítica), mas são restritivas e muitas vezes não são adequadas, pois restringem alimentos essenciais para o bom funcionamento do organismo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Banca do Ramon, um tradicional empório de São Paulo, a maior preocupação do brasileiro ao fazer dieta é perder peso.

O estudo intitulado como “Hábitos alimentares dos Brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo”, mostra que 74% dos entrevistados fizeram dieta no último ano com o intuito de emagrecer, enquanto 23% fizeram por motivos de saúde e 3% para ganhar peso. Segundo Nathália Gazarra, nutricionista consultora da Banca do Ramon, a popularização dessas dietas faz com que as pessoas fiquem mais interessadas na prática, mas ao aderi-las podem prejudicar a saúde.

De acordo com especialistas, o melhor caminho para fazer uma dieta é buscando auxilio profissional, como um nutricionista, por exemplo, para que ele possa orientar a melhor dieta, que é baseada em diversos fatores, como doenças pré-existentes, exames bioquímicos, histórico do paciente, alergia e/ou intolerância alimentar, entre outros pontos importantes a serem avaliados.
Dieta para emagrecer e ser saudável, é possível?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Banca do Ramon, um tradicional empório de São Paulo, a maior preocupação do brasileiro ao fazer dieta é perder peso. O estudo intitulado como “Hábitos alimentares dos Brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo”, mostra que 74% dos entrevistados fizeram dieta no último ano com o intuito de emagrecer, enquanto 23% fizeram por motivos de saúde e 3% para ganhar peso.

Segundo Nathália Gazarra, nutricionista consultora da Banca do Ramon, a popularização dessas dietas faz com que as pessoas fiquem mais interessadas na prática, mas ao aderi-las podem prejudicar a saúde. “As pessoas que fazem alguma dieta restritiva com o foco em emagrecimento, 95% delas voltam a ganhar peso.

Essas dietas tem uma perda de peso rápida, porém a grande maioria das vezes é uma perda sem saúde, e tem consequências, como fraqueza, mal-estar, alterações de exames bioquímicos, inclusive pode desencadear compulsão alimentar e transtornos alimentares graves. Por isso, independente da dieta, é necessário, buscar um nutricionista para que ele veja o que mais adequado para cada objetivo”, explica.

O que dietas restritivas podem causar?

O organismo precisa de uma série de nutrientes para que funcione bem, no entanto, com as dietas restritivas, ele pode ter carência dessas vitaminas e minerais, fazendo com que além de ter pouca energia, vários outros problemas apareçam. E conforme explica Gazarra, qualquer dieta que impede a ingestão de alimentos que fornecem energia ao corpo, leva ao emagrecimento rápido, contudo, esse método traz uma série de complicações, sendo assim, não recomendado. “Independente do objetivo da dieta, seja ele, cortar algum grupo alimentar ou diminuir muito a quantidade de alimento no dia, além de ingerir menos nutrientes, pode até perder massa muscular, que é quem nos dá mais vitalidade para as atividades diárias”, detalha.

Quando o corpo passa por esse tipo de mudança radical, ele pode responder de alguma forma, desencadeando complicações, como:
Anemia - Vários fatores podem causar a anemia, mas, uma alimentação pobre em ferro é um dos principais causadores da doença. De um modo geral, a anemia acontece quando há uma diminuição dos níveis de hemoglobina no sangue, proteína responsável por transportar o oxigênio dos pulmões aos tecidos, pelos glóbulos vermelhos.

Alimentação restrita de ferro, vitamina B12 e ácido fólico causam anemia. Esses nutrientes podem ser encontrados em carne vermelha, leguminosas, ovos, queijo, leites, legumes verdes, entre outros. A anemia pode causar sérios problemas, como deficiências cardíacas e neurológicas, o melhor jeito de combate-la é tendo uma alimentação mais saudável que inclua de tudo um pouco, sem exageros.

Compulsão alimentar

O corpo passa por uma série de alterações durante essas dietas, como mau humor, a queda de cabelo, unhas quebradiças, falta de energia e aumento da fome! Com todas essas transformações, é comum ter vontade de ingerir algo mais calórico, como doces ou carboidratos, pois são alimentos que fornecem energia imediata. E, então, vem o descontrole, pois, a restrição leva a compulsão. “É comum ter episódios de compulsão alimentar, pois, o corpo sente falta dos alimentos que foram cortados, é uma questão fisiológica e psicológica, sem contar que dietas são bem estressantes para o cérebro, então, ele entende como algo ruim. Quando existe um desejo de emagrecer, o melhor caminho é a reeducação alimentar, porque as refeições são distribuídas de maneira adequada de acordo com a rotina, de forma que, seja consumido todos os nutrientes necessários para a vitalidade do ser humano”, conta Gazarra.

Problemas cardiovasculares

A restrição de determinados alimentos também prejudica a saúde cardiovascular, muitas dietas provocam perda de sódio e potássio, sendo que, esses dois são muito importantes para a saúde do coração, desde que sejam consumidos com equilíbrio, pois o excesso também pode fazer mal. O baixo nível de potássio no organismo causa hipocalemia, que é fraqueza nos músculos, elevação na pressão arterial e batimentos cardíacos anormais. Já o baixo nível de sódio pode levar a arritmia cardíaca, além de fraqueza muscular, diarreias e vômitos.

Quando fazer uma dieta restritiva?

Dietas alimentares restritivas não são recomendadas, principalmente se motivadas por questões estéticas, pois, podem trazer muito riscos, no entanto, em alguns casos, dietas são importantes para controlar alguma doença específica. Pessoas diabéticas ou hipertensas, por exemplo, precisam evitar alguns tipos de alimentos, porém, é o médico e/ou nutricionista quem vai dizer o que pode ser cortado e como deve ser substituído, uma vez que, os nutrientes são necessários.

Pode-se comer de tudo e não tudo

O verdadeiro segredo para uma boa dieta é manter o equilíbrio sempre. É necessário respeitar os limites do corpo, e, isso inclui em respeitar a própria fome e se permitir ter refeições de qualidade, saborosas e ricas em nutrientes. “Restringir muito a alimentação para alcançar um objetivo estético é negligenciar o próprio corpo. As pessoas precisam saber que é possível comer bem, sem exageros ou restrições. Perder peso não é um evento, e sim um processo. É preciso um acompanhamento nutricional e contínuo com foco na alimentação saudável e prática de exercícios físicos”, finaliza a nutricionista.

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PENSE NISSO

"O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, por que é a fonte de todos os vícios".

Santo Agostinho

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Você é workaholic? Confira o perfil de quem sofre dessa disfunção





Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho. Contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic. O consultor em recursos humanos, Celso Bazzola explica quais os riscos envolvidos com esse problema. O diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema. Veja alguns pontos.


1 - Características do workaholic

Características de pessoas com esses problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda levam serviço para casa. É ela também que constantemente recebe críticas por, no fim de semana, ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.


2 - Eu sou?

É mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo. Mesmo fora de seu ambiente de trabalho, ele cria um novo ambiente recheado de temas  sobre seus negócios. Não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.


3 - Problemas relacionados

A situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. Para a empresa, a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização, o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.


4 - É preciso saber viver!

Não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente, é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.


5 - Workaholic x Worklover

É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

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PENSE NISSO


“Vencer não é competir com o outro. É derrotar seus inimigos interiores”.

Roberto Shinyashiki





terça-feira, 30 de abril de 2019

Depressão, não deixe o tempo passar




Considerada um dos males do século e uma das doenças mais frequentes da modernidade, a depressão pode ser uma decorrência dos tempos corridos e online que vivemos, com relações líquidas e a sensação de que estamos sempre sozinhos. Segundo o fisioterapeuta Sergio Bastos Jr., a saída é detectar cedo e não deixar o tempo passar.

“O grande segredo do combate à depressão é estar aberto para detectá-la e não deixar o tempo passar”. As palavras são do fisioterapeuta Sergio Bastos Jr, que realiza um trabalho amplo de saúde integrativa, aliando várias técnicas em busca de uma maior qualidade de vida para seus pacientes. “Quando mais cedo conseguimos identificar o que nos machuca e combater a solidão emocional, mais rapidamente podemos reverter o quadro”, enfatiza ele.

Mas, em tempos tão conectados, por que tanta depressão? Talvez a resposta esteja exatamente nisso. “Vivemos online, e esquecemos, cada vez mais, das relações reais. Estar sozinho não é nada bom para quem desenvolve um quadro de depressão”, explica Sergio, que continua: “o mundo conectado da atualidade nos dá a falsa impressão de que estamos sempre acompanhados. Sabemos tudo que acontece com nossos “amigos” de facebook, temos centenas de “seguidores” no Instagram. Não estamos sós, certo? Errado. Na hora em que precisamos de real companhia, muitas vezes não temos com quem contar”.

As relações estão cada vez mais líquidas. Você sabe o que isso significa? O termo cunhado pelo sociólogo polonês radicado na Inglaterra Zygmunt Bauman diz respeito à mudança constante nos nossos desejos e no modo de pensar devido à disponibilidade de informação trazida pelas redes sociais. Desejamos algo, nos satisfazemos e partimos para outro desejo. E essa inconstância acaba interferindo diretamente nas nossas relações. “Somos eternos insatisfeitos, se não aprendemos a olhar para dentro”, lembra Sergio.

O fisioterapeuta lembra que estamos cada vez menos dispostos a nos empenhar para resolver problemas: “está difícil? Descarta e parte pra outra”. Parece simples e fácil de lidar, mas essa superficialidade está nos deixando cada vez mais sozinhos, tendo que lidar com fantasmas que se acumulam em nossa emoção. E uma das consequências são os crescentes quadros de depressão.

A depressão nem sempre vem da solidão

Mas só quem fica sozinho fica deprimido? Sergio explica que não: “há pessoas que jamais imaginamos que desenvolvam algum quadro depressivo, porque vivem entre amigos, estão sempre em festas, sempre sorrindo. Mas, geralmente, há uma dificuldade imensa de lidar com as próprias emoções, com as dúvidas e incertezas que a vida traz e há, também, uma necessidade muito grande de agradar, de seguir um modelo. Quando entendemos que isso não é possível, criamos defesas que fecham nossos sentimentos”.

Não estou feliz no trabalho, mas faço o que minha família sempre sonhou, não estou feliz no relacionamento, mas ao menos eu tenho um, não moro onde gosto, não me visto como queria, não sou quem eu realmente sinto ser, mas faço tudo que posso para ser aceito. Qual a consequência desse emaranhado de ações não desejadas pela nossa emoção? Segundo o fisioterapeuta, sentir-se cada vez mais só.

“Se não posso falar o que realmente sinto, aprendo a sufocar meus sentimentos, minhas visões de mundo e essa é, certamente, a pior solidão. É aquelas que nos faz sentir desamparados mesmo quando estamos sempre com gente em volta. Entra aí a necessidade de autoconhecimento e do desenvolvimento do amor próprio, da fortaleza do próprio caráter e da certeza das escolhas de vida”, lembra Sergio.

Por isso, terapias são uma ajuda e tanto. Porque dão o suporte que, muitas vezes, a pessoa com depressão não encontra na família. É preciso gerar mudança de hábitos, mas, para isso, é preciso incentivo. Até que a pessoa aprenda a ser seu próprio incentivador, ela vai precisar de alguém que a ajude a perceber o melhor em si. E, quanto mais rápido isso acontecer, melhor.

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PENSE NISSO

"Para ver muita coisa é preciso despregar os olhos de si mesmo"

Friedrich Nietzsche

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Você acha a pauta boa, mas o jornalista não. E agora?




O que pode acontecer de pior na hora de realizar uma divulgação? Que ela não seja bem aceita pelo jornalista, certo? Nem sempre a pauta que você, e seu cliente, consideram boa podem bater com o que as redações querem naquele momento. Trabalhar expectativas e ter a noção real dos resultados que podem vir do trabalho de divulgação ajudam a ter menos decepções.

Como explicar para o cliente que a campanha que toda equipe interna e agência acreditavam ser eficaz não trará os resultados desejados? Quem aí nunca passou pela experiência de achar uma pauta boa, mas receber vários nãos dos jornalistas de redação? Sim, essa possibilidade é real, acontece mais do que imaginamos e é preciso aprender a trabalhar com ela para fugir do estresse e da cobrança desnecessários.

Podemos citar algumas situações corriqueiras no trabalho de divulgação:

A pauta ter menos números do que o necessário, por uma questão de estratégia comercial da empresa;

A pauta não acompanhar um momento particular do mercado, ou seja, ficar de fora das escolhas de pauta por não ser factual;

A sugestão ser vista com um cunho mais comercial e, portanto, não ser levada para avaliação em reuniões de pauta;

Em todas elas, é preciso encontrar uma saída, ou seja, desenhar uma nova estratégia. Muitas vezes, especialmente para equipes internas de comunicação, estar muito envolvido com o assunto pode tornar o olhar um pouco distorcido e, em casos como esses, é ótimo ter o feedback da imprensa, para criar metas mais reais e – quem sabe – divulgar com novos dados ou explorar um novo aspecto.

É o feedback que valida a pauta

O feedback, na verdade, é sempre muito importante, por mais que ele doa quando não é o esperado. É o olhar das redações, do jornalista, que nos faz colocar os pés no chão e entender o que é ou não possível ser feito. 

Claro que, para o cliente, toda sugestão vai ser sempre especial e importante, afinal de contas, estamos falando dele e de suas realizações. 

Mas o jornalista está com olhos em outras mil sugestões e precisa, ele também, fazer escolhas estratégicas.

A questão aqui é que opiniões nem sempre vão bater e é preciso lidar com isso no dia a dia. Ter um formato cada vez mais enxuto e assertivo de abordar a imprensa pode ajudar a agilizar o processo de feedback e inclusive proporcionar, de forma mais rápida, novos caminhos de uma mesma divulgação.

Às vezes, é um detalhe que falta. E entender isso pode tirar um peso das costas de quem divulga, além de dar uma nova esperança para o cliente. Só não esqueça: a ferramenta certa, os melhores dados e uma pitada de visão realista é que vão ajudar a transformar o dia a dia das divulgações.


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PENSE NISSO

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade".

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Não culpe a burocracia, a culpa é dos “burrocratas”



A advogada Rosana Gama desmistifica a imagem negativa que algumas pessoas atribuem à burocracia, e esclarece a importância do sistema, inclusive no relacionamento familiar. Ela garante que a burocracia é imprescindível para a execução da atividade pública, especialmente da administração, por funcionários com cargos bem definidos e que se pautam por um regulamento fixo, determinada rotina e hierarquia, com linhas de autoridade e responsabilidade bem demarcadas. “O problema não é o sistema, o problema somos todos nós: a nossa ética, a nossa moral, o nosso comportamento, o nosso comprometimento, a nossa competência, as nossas habilidades, a nossa capacidade de compreender hierarquia.

Rosana Gama comenta que o termo "burocracia" surgiu na segunda metade do século XVIII e inicialmente foi empregado apenas para designar a estrutura administrativa estatal, formada pelos funcionários públicos. Posteriormente, o alemão Max Weber, um dos mais renomados pensadores sociais, fundador e expoente da teoria sociológica clássica, elaborou um conceito de burocracia baseado em elementos jurídicos do século XIX, concebidos por teóricos do direito.

Ao explicar a etimologia da palavra burocracia, disse que se origina de um hibridismo. Do francês "bureau" (escritório) e do grego "cracia" (administração), significando “escritório de administração" ou "escritório de governo”. “Não é uma coisa ruim. Foi pensado para ser um sistema, todo particularizado, com competências para funcionar da melhor forma possível”.

Rosana Gama destaca que a burocracia surgiu pela busca da racionalidade técnica para construir um sistema administrativo e estrutura de relacionamentos humanos, necessários à expansão da produtividade.

A RAIZ DO PROBLEMA
Rosana Gama comenta que é comum se fazer críticas ao sistema, dizendo que o governo não funciona por causa do sistema. “Mas o que é o sistema? Não é uma relação entre pessoas? Nós não criamos o sistema? Então, o funcionamento do sistema depende do agente, que somos todos nós.

A advogada acrescenta que, então, o problema não é o sistema, o problema somos todos nós: a nossa ética, a nossa moral, o nosso comportamento, o nosso comprometimento, a nossa competência, as nossas habilidades, a nossa capacidade de compreender hierarquia”.

Rosana Gama esclarece que burocracia é o trabalho baseado em processos, papéis e documentos movimentados em sequência contínua entre as várias unidades componentes da estrutura organizacional. “É uma organização com exercício e controle com base no conhecimento. Não é um sistema aleatório. Precisa ser departamentalizado, com definição de quem coordena determinado setor, quem eu sou, aonde eu estou e o que é que eu preciso fazer para funcionar o sistema”, afirma.

Ela comenta que, segundo Max Weber, as principais características de um aparato burocrático moderno são: funcionários que ocupam cargos burocráticos são considerados servidores públicos; funcionários são contratados em virtude de competência técnica e qualificações específicas; funcionários cumprem tarefas que são determinadas por normas e regulamentos escritos; a remuneração é baseada em salários estipulados em dinheiro; funcionários estão sujeitos a regras hierárquicas e códigos disciplinares que estabelecem as relações de autoridade.

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PENSE NISSO

“A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos”.

Marcel Proust

quarta-feira, 10 de abril de 2019

20 segredos escondidos sobre o chocolate



Com a proximidade da Páscoa e a ajuda de Julien Boutonnet, MOF e chefe da EHL, confira 20 segredos que você provavelmente não sabe sobre chocolate. Por exemplo: o chocolate escuro (que deve conter pelo menos 35% de sólidos de cacau) é o mais saudável. Quando a porcentagem sobe para 70%, surgem notáveis benefícios para a saúde, como a redução do risco de desenvolver doenças cardíacas. O best-seller da EHL é incontestavelmente a barra de chocolate com leite e avelã! Isso pode estar relacionado à nossa situação geográfica, em Lausanne na Suíça. Confira.

1 – O cacau é originário da Bacia do Rio Amazonas na América do Sul, mas os 2/3 da produção estão atualmente concentrados na Costa do Marfim na África.

2 - Chocolate foi consumido pela primeira vez como uma bebida pelos maias e os astecas durante seus rituais. Então, quando chegou a Europa no século 16, esta bebida muito luxuosa foi reservada para a classe alta.

3 - A fábrica de chocolate suíça Cailler criou o chocolate ao leite em 1875, adicionando leite em pó à preparação.

4 - Os grãos de cacau devem ser fermentados para deixar os sabores sendo desenvolvidos. Então, os grãos são secos e torrados. A casca é finalmente removida para produzir a forma áspera de chocolate: a massa de cacau.

5 - Uma barra de chocolate de 100g contém aproximadamente 80 grãos de cacau!

6 - O chocolate escuro (que deve conter pelo menos 35% de sólidos de cacau) é o mais saudável. Quando a porcentagem sobe para 70%, surgem notáveis benefícios para a saúde, como a redução do risco de desenvolver doenças cardíacas.

7 - O chocolate branco muitas vezes não é considerado chocolate, pois contém apenas manteiga de cacau, açúcar e leite.

8- A qualidade de uma barra depende principalmente dos grãos. A maneira como eles são fermentados e torrados, bem como se todos eles vêm de um mesmo produtor ou não diferenciam um chocolate excelente de um bom.

9 - Está provado cientificamente que o chocolate é um dos alimentos mais viciantes.

10 - A presença de serotonina no chocolate estimula o cérebro, relaxa o corpo e traz uma forma de felicidade!

11 - Um grão de cacau contém cerca de 0,2% de cafeína.

13 - Para aumentar o sabor de uma barra, os fabricantes de chocolate geralmente adicionam café ou nozes. Mas muito mais produtos combinam bem com chocolate: você já experimentou uma barra de chocolate quente?

14 - A melhor maneira de armazenar chocolate é mantê-lo em local seco e fresco. Uma barra de chocolate não deve ser armazenada na geladeira.

15 - O chocolate tem uma temperatura de fusão muito baixa, situada entre 30°C e 32°C. É por isso que se derrete lentamente em nossa boca.

16 - Apenas algumas horas são necessárias para transformar o chocolate no produto acabado que será vendido na loja. Em seguida, a barra pode ser armazenada por algumas semanas.

17 - A barra de chocolate é naturalmente brilhante quando o chocolate é moldado em um recipiente de plástico.

18 - Você sabia que o período mais vendido de chocolate no mundo não é a Páscoa, mas o Dia dos Namorados?

19 – Os maiores consumidores de cacau do mundo são Alemanha, Suíça e Bélgica, com até 11 kg de chocolate por ano e per capita.

20 - O chocolate ocupa um lugar importante no comércio global: três milhões de toneladas de cacau são trocadas a cada ano.

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PENSE NISSO

“Ainda que o bem que persigo esteja distante, contudo existe”.

Confúcio

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Veja alguns problemas que levam ao fim dos relacionamentos




Sexóloga, especialista em conquista e sedução explica que não é só a traição que pode levar ao término de um relacionamento. O que mais tem atrapalhado namoro e casamento nos dias de hoje segundo a sexóloga e expert em conquista e sedução Vanessa de Oliveira, não é só a traição. Segundo ela, tempo improdutivo do casal com redes sociais e até problemas financeiros são outros principais motivos que levam ao fim de uma vida à dois.

A traição e a falta de interesse sexual embora continuem sendo os motivos mais comuns, algumas coisas são importantes avaliar nesse contexto de separação. “Dificilmente um casal se separa na descoberta da primeira traição, isso acontece quando há recorrência. Esses dois motivos têm relação entre si? Não necessariamente, até porque, muitas pessoas são acostumadas ao estilo de vida ‘não monogâmico não declarado’ e traem até mesmo tendo interesse sexual no seu parceiro, pura e unicamente porque geram interesse sexual simultâneo por várias pessoas ao mesmo tempo”.

Além da traição, ela lista outros motivos que podem levar ao término:

 1 - Casal altamente engajado nas redes sociais

O casal acaba perdendo a conexão quando eles investem mais tempo conectando-se aos outros do que entre si. “Você sabe quando um casal dá certo ao ver que eles deixam as redes sociais quando estão juntos para curtirem um ao outro. Porém, para chegar ao fim de um relacionamento, ele precisa ser fraco e superficial se partir somente dessa situação. Acredite, nessa era tecnológica só os fortes sobrevivem. Até porque, há de se ter muita paciência em relação a curtidas que o outro dá em fotos alheias ‘sem intenção alguma’.

2 - Rotina sexual

Para Vanessa, a rotina sexual de uma vida à dois é lei! “Casal que transa legal dificilmente se separa”.

3 - Exigência irreal

Por vivermos na era do Instagram de vidas e pessoas perfeitas e, a especialista acredita que quando conhecemos o outro mais a fundo vemos seu lado comum e até os defeitos - por vezes aceitáveis - e nem sempre isso é aceito por quem vive o estilo de vida da perfeição. “Pessoas emocionalmente imaturas perdem o interesse no outro”.

4 – Traição

Vanessa acredita que a traição nem sempre é gerada porque o outro deixa a desejar, mas sim porque quem trai muitas vezes está acostumado ao estilo de vida não monogâmico. “Existem pessoas que não percebem, mas elas mesmo de forma não declarada, habituaram-se a estar sempre em contato com novas pessoas. Porém, avalie: se a conquista causa sofrimento e se não há reciprocidade o que eu digo é: PARE imediatamente! Estar em um relacionamento só é válido quando é prazeroso”.

5 - Problemas financeiros

Acredite, namorar e casar está cada vez mais caro! E quando o casal passa por dificuldades financeiras nem sempre sabe lidar com isso. “É preciso inteligência emocional para transpor essa fase, o que obviamente a maioria das pessoas não têm”.

Ainda segundo Vanessa, quem geralmente, sofre mais com o fim do relacionamento é a mulher. “As mulheres estão acostumadas a sofrerem, elas fazem isso por dezenas de homens em uma vida toda. Porém, quando um homem cai em sofrimento ele sente a dor de 10 relacionamentos terminados em um só, além do que, eles têm mais dificuldade em se recuperar".

Para superar o término, a especialista ainda dá algumas dicas: 

1ª – Entenda o que aconteceu;

2ª - Turbine sua autoestima;

3ª – Comece um novo projeto;

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PENSE NISSO

“O amor não se vê com os olhos, mas com o coração”.

William Shakespeare