quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Veja como o minimalismo pode ajudar a mudar sua vida




Desde a escola até a vida adulta aprendemos de forma receptiva e não ativa. Ouvimos uma pessoa que sabe mais do que nós, professores, e fazemos provas ao fim dos semestres para atestarmos que captamos o conteúdo passado. Segundo Fabiano Castro, da Minds English School, especialista em carreira, não somos treinados a aprendermos de forma ativa, sendo proativos, buscando o conhecimento. Isso é refletido na nossa vida profissional. “Optamos por profissões em que a linha de ganhos, em reais ou em outra moeda, seja rápida e sempre ascendente”, destaca.

Segundo ainda Castro, "o minimalismo não é uma competição de quem tem menos e consegue viver com menos. É uma nova forma de viver mais. Ter mais saúde, trabalhar com o que se gosta, ter mais tempo para os filhos, amigos, e vivenciar experiências reais", evidencia o especialista. Confira algumas dicas.

Avalie cada coisa que tem em casa e no ambiente de trabalho - Veja se realmente você usa esse objeto, a quanto tempo não o usa, e se ele tem um propósito, uma finalidade ou se lhe faz feliz. É um processo. Você não vai conseguir se desfazer de tudo o que não lhe é útil rapidamente, porém persista. Cheque o que pode ser doado e o que tem que ir para o lixo. Aos poucos essa "faxina" no externo intervirá no seu interno e nas suas decisões no dia a dia.

Observe os seus comportamentos automáticos - Nós, seres humanos, somos programados para ficarmos insatisfeitos. Isso porque somos formados pelos nossos hábitos e muitas vezes não paramos para observá-los. Olhe como você utiliza o seu tempo, o que come, o que realmente veste, com quem conversa, quantas vezes olha para o celular, enfim. Somos formados por esses hábitos e ao percebermos que podemos mudá-los reprogramamos a forma como pensamos e concomitantemente podemos alterar as nossas ações. Isso fará você trabalhar melhor, planejar a sua mudança de carreira, se assim desejar, e construir relacionamentos mais sólidos.

Consciência no uso da tecnologia - Quantos de nós afirmamos que a falta de tempo nos impede de fazer coisas diariamente. Todavia, um estudo da Nokia revelou que na média um indivíduo checa o seu celular 150 vezes por dia. Isso acontece, entre outras razões, porque buscamos a sensação da Dopamina que consiste no sentimento de recompensa quando retuítamos algo, recebemos cliques em uma foto, e checamos quem visualiza os nossos Stories no Instagram.

Acontece que sem o uso consciente, do tempo que destinamos por dia aos nossos smartphones, não colocamos em prática experiências realmente importantes para nós. Como um trabalho satisfatório, uma conversa realmente centrada ao que está sendo dito e ouvido, uma viagem, ou a degustação de um bom prato. Viva o presente e real, a tecnologia pode e deve ser usada, mas com consciência.

Lembre-se que suas escolhas precisam ser justificadas apenas para si mesmo, e não ao outro - Aqui, não estou afirmando a falta de empatia, e sim ampliando o debate de que o minimalismo tem a ver intrinsecamente com o que é importante para o indivíduo. Na forma mais singular possível. Ou seja, os itens físicos e escolhas emocionais têm a ver com o propósito que isso tem para esse ser humano.

Mantenha coisas e pessoas que lhe fazem felizes e tenham uma finalidade. Isso envolve carreiras, relacionamentos, e até escolhas "banais" do dia a dia.

Se dê liberdade - O minimalismo concede mais tempo, ou seja, mais liberdade. Mesmo que você more com outras pessoas e tenha que compartilhar das suas escolhas\decisões e, claro, entrar em acordo com os que dividem o próprio teto, e assim crescer como grupo faça isso por você.

Além da forma de aprendizado nas escolas também somos imersos a uma quantidade robusta de informações, redes sociais, e padrões de consumo e de quem devemos ser ou perseguirmos ser. Aqui entra a propaganda em massa que não é apenas direcionada a adultos mais também a crianças e adolescentes. Nessa lógica social e vigente, buscando o que não queremos, mas não nos dando conta disso, entramos em um ciclo de acumularmos coisas, relacionamentos rasos, e pouca procura de nós mesmos.

Nesse ciclo, trocar de carreira quando se tem filhos pode ser algo impossível. Para aqueles que não são casados e não tem crianças pode parecer mais fácil, porém mudar de profissão exige um planejamento principalmente mental e isso independe se você mora com outras pessoas, se tem família ou se é responsável por outro indivíduo.

O minimalismo consiste na ideia de menos é mais, porém algo que muitos confundem é que a prática não é a oposição ao capitalismo e\ou ao consumo. E sim, uma mudança de hábitos no consumo compulsivo. Quantos de nós temos roupas e outros itens em casa que não têm finalidade? Ou como o próprio estudioso Joshuan Fields afirma quanto de nós temos "coisas" que não nos fazem felizes?

Aplicar o minimalismo além do seu lar pode ser algo difícil, porém trará uma vida mais simples e pode lhe ajudar a mudar de carreira e\ou escolher uma profissão que o fará mais feliz.

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PENSE NISSO

“O casamento feliz é e continuará a ser a viagem de descoberta mais importante que o homem jamais poderá empreender”.

Soren Kierkegaard



quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Você sabe como evitar ataques de engenharia social?



O termo “engenharia social” é usado na área de segurança da informação para descrever um método de ataque no qual alguém faz uso de persuasão, muitas vezes abusando da ingenuidade ou confiança do usuário, para obter informações que podem ser utilizadas para ter acesso não autorizado a computadores ou informações, ou seja, a manipulação psicológica e emocional de pessoas para a execução de ações específicas. Especialistas em segurança da Cylance explicam o que é engenharia social, quais os tipos de ataques mais comuns e como evitá-los. Confira.

A maioria das pessoas que cai em algum golpe online ou ataque de engenharia social esconde-se de vergonha e mantém essa notícia o mais privada possível, por medo de parecer tola. Mas a realidade é que muitas pessoas caem nesse tipo de ataque. É por isso que os cibercriminosos continuam fazendo isso para conseguir o que querem. Funciona. Como poderemos aprender com esses erros, a menos que possamos discuti-los de maneira aberta e transparente, sem vergonha?

Os atacantes bem-sucedidos sabem como as pessoas funcionam e como explorar as fraquezas humanas. É o golpe chamado de “Pote de Mel da Vaidade Acadêmica”. Você não precisa ser psiquiatra para saber que pode aproveitar o orgulho e o ego de uma pessoa para enganá-la. É o equivalente a colocar um grande pedaço de queijo em uma ratoeira. A técnica funciona porque nós caímos nela, de novo e de novo.

Em vez de ficarmos com vergonha de nós (ou nossa empresa) termos nos tornado vítimas, devemos discutir abertamente esses eventos com aqueles que nos rodeiam, para que outros possam aprender com nossos erros.

Existem outros tipos de golpes da Internet, além do “Pote de Mel da Vaidade Acadêmica”. Confira alguns:

Golpe na temporada de impostos – pode ter várias formas, mas geralmente é mais prevalente antes da temporada de impostos. Por exemplo, um e-mail de phishing é enviado para o destino que contém um link malicioso. O e-mail supostamente é da Receita Federal ou do próprio contador do usuário. Mais comumente, esse tipo de e-mail dirá que são necessárias mais informações do usuário ou que algo está errado em seus registros fiscais, ou que foi pago mais ou menos que na última temporada de impostos e solicita que "clique no link" para fazer login em sua conta na Receita Federal e corrigir o problema. Alerta de spoiler: o link não leva ao site legítimo.

Golpe de romance – nessa ameaça crescente e particularmente maléfica, os vigaristas da Internet se apresentam como mulheres ou homens solteiros desejáveis, na tentativa de convencer as pessoas a se apaixonarem por elas, para depois tentarem roubar seu dinheiro. Esse golpe é particularmente cruel e geralmente atinge homens e mulheres recentemente divorciados. Isso pode levar as vítimas a grandes prejuízos, somas de dinheiro muito altas, à medida que o criminoso brinca com o desejo da pessoa de se conectar com outra e com sua vontade altruísta de ajudar alguém em necessidade.

Golpe no LinkedIn – normalmente, uma solicitação de conexão é enviada de uma conta falsa do LinkedIn para os funcionários da empresa que um atacante tem como alvo. Em sua seção “Emprego”, o golpista coloca o nome dessa empresa e faz seu trabalho parecer plausível, por exemplo, fingindo ser um profissional de marketing em uma empresa de relações públicas. Ele sabe que é menos provável que os funcionários questionem uma solicitação de conexão de uma pessoa de sua própria empresa. Quanto mais as pessoas caírem no golpe e adicionarem o criminoso como uma conexão do LinkedIn, mais legítimo será seu perfil e a mais pessoas ele será direcionado. Uma vez que tenha muitos "amigos internos", o fraudador tentará iniciar uma conversa com seus novos colegas para obter conhecimentos privilegiados sobre a empresa que possam ser usados em um ataque.

Golpe no Facebook – funciona como o golpe do LinkedIn, mas o golpista usa informações obtidas lendo a conta do alvo no Facebook para criar um perfil falso personalizado que seja irresistível para a pessoa, com base em seus interesses exatos (por exemplo, imagens exibindo grande riqueza e carros sofisticados, ou posando como um humanitário que resgata gatos de rua na vizinhança da pessoa). Quando a vítima adiciona o criminoso como amigo, ele cria uma teia de mentiras para tentar induzir o usuário a doar dinheiro ou atraí-lo para revelar fatos úteis que possam ser usados para enredar os amigos do usuário. Ele também pode enviar links maliciosos no Messenger para tentar assumir a conta.

Sinais de alerta a observar

Ninguém está completamente imune a cair em trapaças e, como os golpes se tornam cada vez mais criativos e tecnologicamente complexos, não se esqueça de se informar sobre o assunto para evitar ser vítima.

Golpes fiscais: lembre-se de que a Receita Federal NUNCA iniciará contato com os contribuintes via e-mail, texto ou canais de mídia social. Ela faz uso dos Correios para comunicar-se com eles.
Se você receber uma mensagem da Receita Federal por qualquer canal alternativo pedindo suas informações pessoais ou alegando que você lhes deve dinheiro, não é real. Se for ameaçado por meio de qualquer canal com ação da polícia, do banco ou de imigração, não é a verdadeira Receita Federal. Se insistirem que você pague agora, por telefone, boleto ou cartão de crédito, não é o “Leão”. Se ligarem para você sobre um assunto urgente, geralmente você já recebeu várias cartas e avisos pelo correio antes, quando tentaram entrar em contato com você.

Golpes de mídia social: faça o download da foto do perfil da pessoa em questão. Em seguida, use o recurso de pesquisa reversa do Google Images para ver se a foto do perfil ou outras imagens da conta existem em outro lugar na web. Se isso acontecer, você pode visitar o site de postagem original (clique em "visitar" nos resultados da pesquisa) para ver se é a mesma pessoa. Usuários/perfis falsos geralmente roubam contas online reais de estranhos inocentes para obter conjuntos completos de fotos para usar em seu perfil falso. Eles podem até mesmo duplicar/clonar uma conta real nos mínimos detalhes para obter uma dose extra de legitimidade.

Golpes de phishing: os phishers têm um objetivo, que é ganhar sua confiança e, em seguida, fingir uma crise da qual só você pode salvá-los enviando dinheiro. Podem levar semanas ou até meses antes de atacar, mas eles vão atacar. A moral da história é nunca, jamais enviar dinheiro para alguém que você nunca conheceu na vida real. Telefonemas não contam: a pessoa na linha pode ser um ator ou o golpista pode usar software de mudança de voz. Se uma pessoa parece ser legítima online, mas constantemente inventa desculpas sobre não conseguir se encontrar com você na vida real, tenha extrema cautela.

Alerta de golpe: se você disser “não” a um golpista quando solicitado a enviar dinheiro para ajudá-lo em uma crise ou um evento infeliz e ele ficar irritado ou abusivo, isso é um enorme alerta de que ele não é quem diz ser. Uma pessoa real teria uma resposta mais realista, como se desculpar por perguntar, demonstrar remorso/culpa ou agradecer por apenas ouvir.

Acima de tudo, confie em seu bom senso. Lembre-se do antigo ditado: "Se algo parece bom demais para ser verdade, provavelmente não é." Se você acabou de ser demitido de um emprego ruim e, de repente, um recrutador jovem e bonito do seu empregador dos sonhos entra em contato com você do nada com uma oferta de emprego, é provável que seja uma farsa. Se você tem reclamado online por meses sobre sua conta bancária e um novo amigo do Facebook de repente se oferece para pagar sua dívida se você abrir uma conta bancária para o tio rico do Zimbábue e depositar “uma pequena taxa bancária”, é uma farsa. Se você conheceu alguém online de boa reputação cujo perfil diz possuir um diploma avançado em Literatura Inglesa, mas que envia e-mails ou textos cheios de erros de digitação, é uma farsa. Confie em seus instintos, não é à toa que você os tem.

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 PENSE NISSO

“Mudar de atitude ainda é a melhor forma de pedir perdão”.


Autor desconhecido

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Relação com sogra lidera ranking de motivos de brigas de casais




Apesar dos conflitos com a família de origem não aparecerem no topo do ranking dos 38 motivos que levam os casais brasileiros a brigarem, a relação com a sogra ainda é um problema para 26% dos entrevistados que participaram da pesquisa realizada pelo Instituto do Casal, em junho de 2018. Em segundo lugar, quando feito o recorte sobre a família de origem, aparecem os cunhados e cunhadas com 17%. Por último, surge o sogro, com apenas 8%. Segundo as psicólogas Marinas Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, terapeutas de casal e família e cofundadoras do Instituto do Casal, as queixas mais comuns estão ligadas à interferência da família de origem, em especial da sogra, em assuntos que só dizem respeito ao casal. Veja as considerações das especialistas.

Os conflitos entre sogras e noras geram piadas e até filmes que retratam as dificuldades nesse relacionamento. Entretanto, não há nada de engraçado. Pelo contrário, pode se tornar uma relação tóxica e afetar muito a vida a dois.

O parceiro, em especial, fica no meio do fogo cruzado entre a esposa e a mãe. E, muitas vezes, se vê obrigado a escolher um lado. Infelizmente não é o que deveria acontecer, porém em algumas situações podemos precisar fazer essas escolhas para construir a vida a dois.

A sogra pode ver a nora como uma rival, que nunca irá cuidar do filho tão bem quanto ela ou ainda pode considerar que a nora não está educando ou criando os netos como ela faria, por exemplo.

Há também muitos problemas quando os sogros querem impor suas opiniões sobre a as questões financeiras do casal. Em outros casos, os sogros não respeitam a dinâmica do casal e tendem a querer manter o papel de autoridade ou podem pressionar o casal a seguir o mesmo modelo, os mesmos valores ou normas da família de origem.

O resultado da pesquisa sobre os cunhados foi surpreendente. Em geral, a maioria dos conflitos entre cunhados e cunhadas acontece por ciúmes, rivalidade e competição pela atenção dos sogros.

Como equilibrar as relações familiares?

Infelizmente, os conflitos com a família de origem, quando não resolvidos, podem gerar estresse e, como consequência, podem afetar o casamento e a relação do casal com a família de origem.

O casal pode começar a evitar os encontros familiares e se distanciar em demasiado da família de origem. Um certo grau de distanciamento é importante para que o casal possa construir sua identidade conjugal e assumir novos papéis, vivendo como casal e não mais como filho ou filha. Mas, afastar-se não significa não visitar mais, não falar mais ou ainda viver em conflito.
Vale ainda ressaltar que cada membro do casal traz padrões de comportamento para o relacionamento que irão influenciar na construção da nova família. Entretanto, nem sempre esses padrões são bons.

Essa “bagagem” familiar pode interferir na construção de um relacionamento positivo e resultar em conflitos importantes. Nestes casos, a terapia de casal pode ajudar muito a identificar os fatores que estão impedindo o crescimento conjugal.



Veja agora algumas dicas para lidar com os conflitos com a família de origem:


Casal unido jamais será vencido: A primeira dica é a união do casal. Os problemas com a família de origem, seja com a sogra, sogro ou cunhados são do casal. Portanto, é preciso partir dessa premissa para pensar em soluções em conjunto.

Fale dos seus sentimentos: Outro ponto importante é que se você está passando por algum problema com a sogra ou outro parente, fale abertamente com seu (sua) parceiro (a). Porém, aqui vai uma dica: diga como você se sente, sem atacar a pessoa. Exemplos: “eu me sinto chateada quando sua mãe diz isso ou faz aquilo...”.

Lembre-se: mãe é mãe, então evite criticar a sogra, expresse como você se sente. E se fosse a sua mãe? Você iria gostar de ouvir críticas sobre ela? Isso também vale para o sogro, cunhados e cunhadas.

Entenda as diferenças. Cada família é única: O casamento envolve a união de suas pessoas criadas sob diferentes valores e cultura. O que é normal para uma família, pode não ser para a outra. Mas, lembre-se que o casamento é a construção de uma nova família, com novos valores e com uma nova identidade, formada pelo casal.

Estabeleça limites: O combinado não sai caro. Já ouviu essa expressão? Deixe claro para as famílias de origem quais são os limites da interferência aceitos pelo casal.

Traga o bom, deixe o ruim: Todos nós trazemos para os relacionamentos afetivos a bagagem familiar. Porém, identifique o que pode ser benéfico para sua nova família, o que pode ajudar a fortalecer o relacionamento. Avalie o que não foi tão bom assim e procure evitar repetir esses padrões.

Pense nas crianças: Caso você tenha filhos, procure não privá-los da convivência com os avós, tios, tias, primos e primas. Isso é muito importante na construção da identidade da criança, da personalidade, da história da família.

Nem tudo tem solução: Por fim, há problemas que simplesmente não podem ser resolvidos. Aceite e procure conviver da melhor forma possível com isso.


PENSE NISSO

"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos".


Marcel Proust

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Pouca frequência sexual e falta de romance são principais motivos de discussão entre os casais brasileiros




Os casais brasileiros gostariam de ter uma vida sexual mais frequente, mais romance, sincronia no desejo sexual, mais preliminares e relações mais longas. Essas foram as principais conclusões da pesquisa realizada pelo Instituto do Casal, feita em junho de 2018, para descobrir quais são os principais motivos que levam os casais brasileiros a brigarem. No recorte sobre a vida sexual, para 40% dos entrevistados, o primeiro motivo para uma DR é a pouca frequência sexual. Depois, para 38%, a falta de romance pode minar a libido, seguida de falta de sincronia na vontade de transar (37%), falta de preliminares (21%) e relações muito rápidas (14%).

Para as psicólogas Marinas Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, cofundadoras do Instituto do Casal e coordenadoras da pesquisa, os resultados estão alinhados com outras pesquisas, assim como com as queixas do consultório. Confira algumas dicas para resgatar o romance e melhorar a vida sexual no casamento:

Beije: O beijo é um excelente termômetro para o sexo. Há casais que depois de um tempo de casamento, deixam de se beijar. Dão selinhos nos momentos de saída, chegada e na hora de ir dormir. A dica é beijar, beijar de verdade. Coloque uma música dos tempos de namoro, feche os olhos e beije muito.

Troque carícias: Mãos dadas, abraços, carinho na perna, cafuné, etc. Tanto faz. O importante é que o casal se toque, fortaleça a intimidade por meio das carícias, mesmo sem a intenção de partir para o sexo. Sem a proximidade física, não há romance que aguente. Temos a necessidade de sentir a pele, o cheiro, o calor, a textura. Sem o toque físico, nos tornamos carentes, frágeis e estressados. O toque físico é uma forma de comunicar o amor emocional.  Portanto, se não sou tocada (a), logo posso pensar que não sou amada (o).
 
Surpreenda: Mande flores, dê chocolates, mande uma mensagem sedutora no meio do dia, deixe um bilhete no armário. Apareça para almoçar com ele/ela. Sabe aquelas surpresinhas que você fazia na época do namoro? Por que deixou de fazer depois do casamento?

Expresse o amor: Há casais que conseguem expressar bem o amor em palavras. Embora cada um tenha sua maneira própria de dizer “eu te amo”, saiba que é importante saber o que o outro sente por você. Portanto, à sua maneira, expresse seus sentimentos em relação ao seu (sua) parceiro (a).

Namorem: O que mais vocês gostavam de fazer na época do namoro? Viajar, ir ao cinema? Ir ao parque? O casal pode resgatar esses programas e se planejar para repeti-los na medida do possível. A intimidade sexual no casamento é uma dádiva, fonte de vida, felicidade e união. Não há como ser feliz por inteiro em um casamento em que o sexo não seja vivenciado plenamente.

Segundo Marinas Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, na primeira pesquisa, em 2016, avaliaram a satisfação conjugal e a maioria dos casais afirmou que a vida sexual mudou depois do casamento. E muda mesmo. Entretanto, ninguém se prepara para essa mudança que pode envolver queda da frequência, assim como da qualidade das relações sexuais.

Romance em tempos de casamento
Para alguns casais, o sexo pode melhorar e, para outros, piorar. A vida a dois é repleta de responsabilidades, contas, rotina, filhos, trabalho, etc. Questões físicas como gravidez, pós-parto e menopausa podem alterar a libido feminina. Já o cansaço, a depressão e o estresse podem afetar homens e mulheres, levando à falta de desejo, disfunção erétil, entre outras condições que impactam na vida sexual.

Porém, a falta de romance, que ficou em segundo lugar no ranking, foi algo que nos chamou a atenção. O romance é algo que remete o casal aos tempos de namoro. Foi aquele momento em que ambos se esforçaram para agradar um ao outro, para construir a intimidade, aspecto crucial para fortalecer o vínculo afetivo. O carinho expressado constantemente, as flores, as mensagens de amor e as ligações intermináveis. Aquele tempo em que contavam as horas para se encontrarem, para ficarem juntos e em que havia espaço para a saudade.

Porém, quando o casal vive junto, o romance pode perder espaço mesmo. A saudade já não está tão presente. Os carinhos e agrados ficam mais escassos frente à rotina, ao excesso de tempo dedicado ao trabalho, aos filhos, aos cuidados com a casa.

Contudo, para as psicólogas é preciso investir no romance de forma contínua. É como se a pessoa pensasse que já conquistou, portanto não precisa mais se esforçar para agradar. Porém, não é bem assim.

Como na época do namoro
Uma das primeiras perguntas feita na terapia de casal é como foi o início do relacionamento. É comum o casal se empolgar contando como eram felizes, como era gostosa a época do namoro. Esse exercício pode ser feito todos os dias pelos casais. É importante resgatar o que gostavam de fazer juntos, o que fez um se apaixonar pelo outro. Isso ajuda a manter o romance presente.

Outro ponto é que o sexo não deveria começar na cama, depois de um dia exaustivo, por exemplo. Pense na época do namoro. Era assim? Provavelmente não! Havia uma preparação, uma expectativa que ajudava a ativar a libido. No casamento, não deve ser diferente. Além claro de alimentar a intimidade e o romance, o casal pode procurar criar essa expectativa em relação ao sexo para melhorar o desejo.

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PENSE NISSO

“Precisar de dominar os outros é precisar dos outros. O chefe é um dependente”.


Fernando Pessoa

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Confira algumas dicas para iniciar o dia bem




O bochecho e água morna pela manhã estão entre as diversas técnicas aplicadas por Renata de Abreu, uma das principais consultoras em Spas do mundo, certificada pelo The Chopra Center e idealizadora do tratamento Detox Power, sucesso em Miami, que acaba de chegar no Brasil. Confira as dicas da especialista.

Durante o tratamento para iniciar o dia bem estão as rotinas diárias que impactam diretamente na saúde. Por isso é muito importante pela manhã o bochecho com óleo de coco, seguindo os princípios da medicina a Ayurveda.

Esse procedimento ajuda na remoção de bactérias nocivas à saúde e toxinas rejeitadas pelo organismo.

Um simples bochecho com óleo de coco, melhora o hálito e purificando o paladar logo pela manhã.

E quando o tratamento é assimilado com a combinação da água morna com limão, os resultados são muito mais eficazes, pois o ácido cítrico oferece os principais poderes emagrecedores, com ação adstringente, agindo como detergente eliminador de toxinas e gorduras do organismo.

A combinação da água morna com limão contribui com o funcionamento do metabolismo e do organismo como um todo.

Vale ressaltar ainda que o limão tem poder alcalinizante, ou seja, deixa o PH do sangue e de outros líquidos corporais menos ácidos, oferecendo ação antisséptica em combate a microorganismos que provocam fermentação no estômago e intestino, evitando mal estar e gases.

Confira o passo a passo para cada um deles.

Bochecho com Óleo de Coco - Todas às manhãs, antes de beber água, escove os dentes e bocheche uma (01) colher de sopa de óleo de coco, de 3 a 5 minutos. Cuspa o óleo totalmente e use o limpador de língua de metal, do fundo da língua até a ponta. Enxague a boca com água e desfrute um hálito puro, dentes mais limpos e claros, além de conferir bastante disposição.

Água Morna com Limão - Em jejum, beba um (01) copo de água morna e suco de metade de um (01) limão espremido. A água precisa ser morna, pois essa temperatura facilita as funções digestivas e eliminatórias. Quando ambas funcionam bem, temos muito mais energia. Após ingerir a combinação, aguarde 15 minutos para tomar o café da manhã.

Outra dica: acorda na correria? Então tenha à disposição uma garrafa térmica com água já aquecida pela manhã. Esse processo ajuda a economizar tempo. Invista também no suco aproveitando a casca do limão, pois possui a substância D-Limoneno que ajuda no combate a ansiedade e depressão, ajudando também a desentupir veias e dissolver cálculos renais.

Detox Power

A técnica do Detox Power, criada por Renata de Abreu, reúne quatro (04) terapias Ayurvedas muito poderosas para promover a desintoxicação com foco na digestão e na correta eliminação, promovendo a desinflamação dos tecidos que ocorre pela permanência de toxinas no corpo. Renata de Abreu, por sua vez, é empresária e instrutora certificada pelo The Chopra Center, escola do renomado médico e escritor indiano, radicado nos Estados Unidos, Deepak Chopra.

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PENSE NISSO

“Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas”.


Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Você sabe quando chega a hora de terminar um relacionamento?



   
Infelizmente, a violência doméstica contra a mulher é uma constante em nossa sociedade. Por meio da divulgação dos casos mais recentes, percebe-se que os relacionamentos abusivos podem atingir qualquer pessoa, de qualquer nível sócio, econômico e cultural. Muitos, infelizmente, acabam de forma trágica, deixando no ar uma série de questionamentos. Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, uma das principais questões é: quais as dificuldades que as mulheres vítimas da violência doméstica enfrentam para terminar esses relacionamentos abusivos? As respostas são complexas, pois a violência doméstica não é apenas um caso de polícia, é na verdade algo que envolve as relações conjugais e os vínculos afetivos. Confira as observações da especialista.


Os relacionamentos afetivos são construídos ao longo do tempo. Cada casal desenvolve sua dinâmica e forma próprias de comunicação. Infelizmente, alguns casais constroem uma linguagem relacional que oscila entre o amor e a dor. E é aqui que entra o abuso, seja ele verbal, físico ou sexual.

A culpa nossa de cada dia

Hoje, apesar da mulher ter sua profissão, sua independência financeira e poder sair de uma relação abusiva, ela fica. Um dos motivos é a culpa. O abusador, ao longo do tempo, leva essa mulher a sentir-se culpada pela situação. Elas podem ainda sentir culpa e/ou vergonha por terem escolhido esse parceiro.

Outra questão é que a mulher, dentro de uma sociedade patriarcal e tradicional, como ainda é o Brasil, pode ter a crença de que para ser completa precisa estar em um relacionamento estável e duradouro.

Isso pode vir da família de origem, da religião e de crenças individuais. Assim, essa mulher permanece na relação e ainda acredita que o parceiro pode mudar, pode melhorar. Dependendo da religião ou da cultura da família de origem, o divórcio não é bem visto, não é aceito. Portanto, para essas mulheres parece que a única opção é ficar, mesmo sob constante violência.

Empoderar é preciso

Sair de um relacionamento abusivo sozinha pode ser muito difícil. Primeiro, porque a mulher pode nem perceber que se trata disso, pode considerar normal a dinâmica do casal. Depois, há o medo do julgamento e a vergonha de abrir os problemas conjugais para outra pessoa. E aqui vai um alerta: é preciso empoderar as mulheres para que procurem ajuda.

Quem está dentro da situação tem uma percepção menos apurada da gravidade. Assim, a recomendação é que a família e os amigos tenham mais atenção aos sinais que podem indicar algum tipo de violência e oferecer ajuda, escutar sem julgar e contribuir para que essa mulher entenda que está em um relacionamento abusivo, mostrando inclusive quais podem ser as consequências disso.

Intervenção necessária

É um mito achar que não se deve interferir em brigas de casais. O bom senso deve prevalecer sempre. Porém, brigas de casais que envolvem violência verbal e física, por exemplo, podem precisar da intervenção de alguém de fora, seja da família, dos amigos ou de um vizinho. Lembrando ainda que a terapia de casal também pode ajudar a mediar conflitos conjugais. 

Quando alguém pede por socorro, como seres humanos, devemos nos preocupar, checar o que está havendo. A omissão pode levar a consequências mais graves do que ser considerado apenas “intrometido”.

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PENSE NISSO

"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado".


Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Você precisa que o dia tenha mais horas? Saiba como organizar o seu tempo




Organizar o tempo ajuda a distribuir melhor as tarefas e possibilita que existam períodos livres. Uma das queixas mais comuns nos dias de hoje é: "eu não tenho tempo para nada, nunca consigo completar meus afazeres no trabalho". Será que para fazer render mais o dia no trabalho é preciso de talento especial? Segundo o especialista em inteligência motivacional e gestão de pessoas, Marcus Garcia, professor do ISAE – Escola de Negócios, não é necessário ser detalhista, mas disciplinado. Confira as dicas.

É fundamental estabelecer prioridades para classificar assuntos importantes e urgentes. A classificação pode ser feita de acordo com os objetivos a serem atingidos. Algumas razões podem justificar a falta de tempo para os compromissos, como procrastinar, ou seja, deixar para depois os afazeres, insegurança para tomar decisões, dificuldade para cumprir prazos, chegar frequentemente atrasado aos compromissos e usar como motivo o trânsito ou a reunião anterior, e ser indisciplinado.

Quando alguém diz que não teve tempo para algo significa que uma atividade foi priorizada em detrimento de outra e fez isso por preferência e não por disciplina. Para administrar melhor o tempo, elabore um check list (lista de verificação) para classificar cada tarefa pelo seu grau de importância e urgência – pode ser definido por níveis, como baixo (1), médio (2) e alto (3).

Liste as atividades e defina uma data limite para finalizá-las. Em seguida, marque os níveis de urgência e importância em cada uma delas. Os pesos de cada uma devem ser multiplicados e o resultado mostrará o que é prioridade, do maior para o menor. Caso ocorra empate, a data limite para o seu término definirá a que terá prioridade. Para que o check list funcione é necessário mantê-lo atualizado e as prioridades definidas precisam ser respeitadas. Além disso, é importante focar na conclusão de uma tarefa de cada vez.

Entretanto, podem aparecer atividades de última hora e também a necessidade de atender ao telefone e acessar mídias sociais. Se o celular e o Facebook estiverem na programação do check list, não há com o que se preocupar. De qualquer modo, avalie se realmente precisa atender todas as ligações que recebe. Uma saída é combinar um horário para atendê-las ou pedir para que seus contatos deixem recados para retornar em um momento oportuno.

No caso dos imprevistos, poderá pedir para quem fez a solicitação aguardar que termine o que está fazendo e, em seguida, atenda o seu pedido. Isso será possível, pois ao seguir de modo sistemático o check list perceberá que começarão a aparecer ‘janelas’ no seu tempo e estes imprevistos poderão ser resolvidos, sem interferir na sua programação. O tempo livre que sobra não deve ser desperdiçado. Estes momentos podem ser ocupados com a leitura de um artigo ou simplesmente descanse a mente ouvindo boa música.

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PENSE NISSO

"Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo”.

Confúcio